terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

"muitas paginas foram escritas para apenas algumas linhas serem salvas"
parafraseando J.L. Borges,

"as vezes é preciso escrever,e que tenha um começo, e que soe bem, algo que seja novo. Atraente. Algo que seja plástico, algo que seja concreto. Mas que se escreva,se escreva, e escreva. Algo sincero, algo vulnerável, algo triste, mas que seja verdadeiro. E que se comece, comece sem fim e que se comece, mas escreva. Exprema e imprima. Que se ajoelhe, que leia e que faça repetição todo erro.
Escreveremos à todo erro.
Escreveremos à sorte, de mais um erro."




Que seja escrito a sua história, seja ela com os ês ou com os agás, para uma história ser escrita não necessáriamente deve ser vivida, basta se dar a liberdade de estar onde sempre esteve ou onde quis sempre ir. Que seja real e que seja chamado pelo verdadeiro nome.




Mais, um dia. E você é o de sempre, você é continua sendo. Não conheço os atalhos da vida e de como chegar, como conversar ou como aturar tudo essa estrutura falsa. Todos esses modos de vidos externos e sem gosto, vida de aparências, de verdades inóquas. Verdades insustentáveis. Frágeis.
Sou a favor de toda e qualquer ameaça contra a humanidade para o seu próprio bem, se não temos a coragem de acabar com isso tudo de uma só vez, que seja por intervenção desconhecida. Assim como é a religião, assim como são as ceitas, ideiáis e revoluções. Puro romântismo, a mais pura falta de coragem de acabar com o seu próximo e se dar bem no final.
Um movimento calmo e lento de angústias e egos maltratados pela vida real e pela impossibilidade de se assumir por inteiro, exteriorizações para um fim de uma culpa longe da sua e perto da rendenção.

à rendenção, à solução, à vida, ao cotidiano, ao contrário.

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